terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

pî!


Senti a tua falta. Possivelmente foste tu o que de mais puro tive na minha vida. Amaste-me, como nunca te soube amar. Não foste tu que partis-te, fui eu. Arrependo-me. Arrepender-me-ei sempre por te ter deixado, a ti e ao nosso amor. O nosso amor, que tentas-te sempre construir, que tentas-te sempre segurar. Hoje, o som das ondas a desmoronarem-se sobre as rochas, trouxe-me à memória o sabor dos teus lábios nos meus. Somente hoje me apercebi de toda a força e de toda a imensidão que possuías dentro de ti, e que de certa forma transmitias para mim.

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