quinta-feira, 19 de março de 2009

blheccck

é dificil de arranjar todas as palavras para descrever todos os sentimentos que um dia senti (...) torna-se um quebra cabeças pensar em ti agora ! mas porquê ? porque é que estando eu aqui , e estando tu aí , continuo a sentir que preciso ... não de ti , mas do teu carinho . quero aprender tudo o que aprendi contigo , mais uma vez . quero viver tudo o que vivi , quero sentir ... só mais uma vez ! como é que podes ficar tao aéreo a isto ? como é que pode o teu coração , ser tão pequeno ... como ?!?! diz-me meu amor , porque é que tudo se tornou assim ? porquê ? podia começar tudo aqui ... uma rapariga , só mais uma de tantas magoadas , esquecidas pelo tempo e perdidas por entre vidas que teimam em não as acolher . confusas , entristecidas com a noite . precisam de presenças , de ausências está este mundo feito .

domingo, 15 de março de 2009

profundooo :/

vamos falar, agora. diz-me tudo o que não disses-te, tudo o que não sentis-te... diz-me so esse tudo que me falta ouvir. o tudo que me faz cair de novo nos teus braços, para depois... depois? o depois que ficou e nao vai? esse depois. será tão punivel saber amar, para ter que sentir este aperto constante? sera tudo isto tão irreal, para me sentir perdida? hoje entendo o que é perder. mas eu não quero, não quero, não quero, não quero, porque não quero. continuo à espera de uma mão que agarre a minha, e me diga que tudo isto não passou de um pesadelo. mas o tempo voa nas nossas vidas, e as memorias fugiram-me do coração.

sábado, 7 de março de 2009

falta de agua (?)

Senti uma mão humana a acariciar o meu cabelo. Vieram o calor e a brisa da noite. O brilho do Luar ilumina o meu pescoço e a chuva inrrompe inesperadamente. Ouço apenas a minha respiração, e não consigo sorrir. Das-me a mão, prometes-me o Mundo e eu tenho que decidir se vou ou se vais para sempre!

sábado, 28 de fevereiro de 2009

melo(dia) esquecida.

Estou sentada numa cadeira branca. Uma cadeira branca, numa sala de espera com mais três pessoas. A primeira, é loira e tem uma gabardina azul pela qual me perdi de amores. Está completamente abstraída daqui, perfeitamente concentrada na mini-televisão, pendurada no tecto. Não sei o que invejo mais, se a gabardina se aquele estado em que se encontra. Depois, está uma senhora com cerca de trinta e nove anos (se lhe desse quarenta era um insulto) com um miudo de sete (sete porque detestei quando fiz oito anos, e nove ele não tem). O miudo, não para e com a aquela asáfama toda acaba por se esbarrar contra uma parede. "Pedro, para quieto!".
Prometo agora, e sempre que quando tiver filhos nunca os irei tratar assim. Primeiramente, Pedro é um nome comum demais para se dar a uma criança, e em vez de estar ali encostada ao balcão a ler a Maria, aquela mulher devia brincar com o filho também. Melhor, devia levantar-se dali, e correr mundo fora com ele, abandonar aquela sala de espera com paredes verdes e aquele aquário com peixes tristes. Quando o miudo sentisse dores de dentes, que mandasse o pai com ele ao dentista, que é para isso que ele serve. Suponho que esta meia duzia de linhas que escrevi, sejam consequência da minha (optima) fantástica boa disposição. Mas apercebi-me de uma coisa agora. Tanto eu, como a senhora da gabardina e aquela mãe trivial compartilhamos a mesma sensação. Estamos perdidas, perdidas e encontradas nesta sala de espera... Sinto que se começa-se uma conversa com uma das duas, iriam vir mais e mais. Mas não quero. Eu encontrei-as, elas que me encontrem também. Não sinto que o miudo sinta o mesmo que eu. É feliz demais para isso! O final desta fantástica espera, foi que acabei por não entrar sequer no consultório da cadeira branca e da broca (baaah) e o meu pai chegou (super-heroi) e trouxe-me para casa, determinando uma nova consulta para o final de Março. Foi uma manhã esclarecedora.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

pî!


Senti a tua falta. Possivelmente foste tu o que de mais puro tive na minha vida. Amaste-me, como nunca te soube amar. Não foste tu que partis-te, fui eu. Arrependo-me. Arrepender-me-ei sempre por te ter deixado, a ti e ao nosso amor. O nosso amor, que tentas-te sempre construir, que tentas-te sempre segurar. Hoje, o som das ondas a desmoronarem-se sobre as rochas, trouxe-me à memória o sabor dos teus lábios nos meus. Somente hoje me apercebi de toda a força e de toda a imensidão que possuías dentro de ti, e que de certa forma transmitias para mim.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

tenho saudade de usar o teu nome, como palavra principal da minha escrita.

tinha um andar desajeitado , e caminhava de forma calma e divertida . anciava uma vida feliz , amor e uma cabana . tinha o mundo na palma da mão , mas nunca ousava usa-lo para si . senti , naquele momento que ele era capaz de me fazer feliz , mesmo que isso lhe custasse a vida . mesmo assim , não o vou querer . alguém que tem em si a responsabilidade de segurar o mundo , nunca poderia segurar-me a mim . e eu preciso de um pilar , para os meus dias de chuva .



(i think that I miss you) :x

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

it's a secret *____*


hoje apercebi-me de que está tudo ali . eu e tu , o nosso sorriso , o nosso amor , a nossa historia , a nossa dor ! esta infância que vivo do teu lado , deixa-me feliz e com vontade de voar ainda mais alto . é bom sentir o sol na minha pele , a aquecer a minha vida . a chuva pode cair de quando em vez , mas sabes que tens em mim um vão para te abrigar . pode correr muita luz nos nossos corações , mas nada se compara ao que fazes reluzir em mim .

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

you just don't see it.

Hoje é a luz que me puxa, não para ti mas para bem longe de ti. De ti e de todo este mundo, que não vive mais em mim. Esta vida sem sentido, pode ser apenas um raio de luz... Tento fechar os olhos para não te ver, mas não sustento as lágrimas que escorrem dentro e fora de mim. Paras, estático no meu peito que é rasgado num segundo pelo bater veloz do meu coração. Ele não para desta vez. Não passas de uma sombra, a sombra que reflecte no meu coração.




segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

just close your eyes :x



"Tem sido difícil…
Sabes? Até agora tinha sido sempre nós contra o mundo, e … foste. No fundo, eu… entendo a parte de desapareceres, acredita em mim!
Eu só gostava que me tivesses avisado antes de ir embora, eu gostava de ter conversado contigo sobre isso… quer dizer, não para fazer-te mudar de ideias, ou dizer-te o que fazer, mas … só para dizer : eu amo-te, e eu vou sentir a tua falta.
Só dizer isso (…)"


umapessoaqualquerquesenteomesmoqueeu, talvez.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

nota.

Ceguei. Escrevo de olhos fechados, mas as palavras já sabem o meu coração de cor. Os meus dedos conhecem estas linhas melhor que o meu olhar, e os meus lábios sentem uma onda salgada a afugentar os teus. É tarde demais para chorar.
Foi só um sonho (mais uma vez).

domingo, 1 de fevereiro de 2009


quero o teu silêncio, o teu olhar e o teu amor.

sábado, 31 de janeiro de 2009

17 de Dezembro de 2008

Perdeu-se um amor, perdeu-se uma amizade e um coração. Todas as emoções sentidas, todos os sorrisos e olhares trocados ficaram perdidos na memória. Não passam agora de recordações, partes de duas vidas distintas demais para serem uma só. Agora, cada passo e cada batida destes corações arrefecidos, entoa nessa mesma passagem de vida que foi deixada para trás.
Nesta história que conto, havia uma menina. Uma menina inocente, indefesa, que pensava ter encontrado naquele outro coração a resposta para todas as suas perguntas. Ela cometeu apenas um erro, amou demais. Eles eram de facto distintos, ela queria dar-lhe o Mundo, ele mostrou-se incapaz de aguentar com ele nos seus braços.
Hoje, ao olhar para trás, ela vê que cada lágrima que derramou foi uma conquista. Uma conquista que a levou a ver a futilidade do Mundo em que vive, ou vivia. Ela perde-se muitas vezes a olhar para o baú onde fechou o sentimento que pensa ter perdido …
Ela sente-se tentada a abri-lo e a deixar sair o amor que quer esquecer. Mas ela não o faz. Faltam-lhe a força e a coragem que teve em tempos. A menina mudou. Ela cresceu, e tornou-se acima de tudo uma mulher. Sim uma mulher, mas uma mulher ainda verde. Ela aprendeu que nem sempre podia ser tudo um conto de fadas, e que nem sempre existem finais felizes.
Ela sente agora que a vida não passa mesmo de um baú de recordações. Cada dia de vida que passa neste nosso Mundo, vai tornar-se uma recordação. Estas linhas que exprimem todos estes mistos de dor e afecto, também o vão ser. Então o que é a vida afinal? Uma fábrica de memórias?
A menina era eu …




(já não sinto que faça sentido, mas está bonito segundo a Natyy) *

querer ou não querer?

Quero escrever . Quero escrever sobre tudo e sobre nada . Quero escrever sobre mim , sobre ti , sobre nós e todos eles e elas também . Quero escrever sobre o amor que sinto , e também do que nunca senti . Quero escrever sobre a musica que estou a ouvir , e que entoa no meu coração . Quero escrever nas entrelinhas deste texto . Quero escrever sentada numa praia deserta . Quero escrever no recanto do meu quarto . Quero escrever à chuva e deixar que as gotas borratem o que escrevo . Quero escrever e apagar tudo . E quero voltar a escrever outra vez . Quero escrever sobre esta vontade compulsiva de escrever . Mas afinal , eu não quero escrever .

sem sentido.


A chave entra na fechadura, roda uma, duas vezes. O cheiro que marca a minha presença, a porta bate. Tiro os sapatos, e caminho descalça até à cama onde morri mais uma vez. Tudo cai aqui, a minha almofada está coberta pelo nosso amor. Perco-me num sonho...

Olho para tudo à minha volta, nesta dimensão tudo é gigante e desfocado. Nada se contrasta aqui, nada me foge à vista. De repente, ali estás tu. Perdido, com esse ar descontraido e esse sorriso que me mata mais um bocadinho. Tento agarrar tudo o que está ao meu alcance, tudo me escapa por entro as dedos e algo me suga. É a realidade, mas eu não vou deixar-te ficar aqui. Não consigo agarrar-te mais uma vez ... Mas algo me diz que não devo deixar-te e desistir de te abraçar mais uma vez. Olhas-te para mim, para dentro de mim. Estou vazia. Olho para cima, e não há céu. Tiraste-me o chão, eu consigo viver sem isso. Mas e o céu? Sem céu eu morro, vou-me perder e juntar-me a mais um trilião de estrelas perdidas.

A minha respiração para e os meus olhos largam a ultima lagrima de amor e o meu coração dá a ultima batida e eu acho que estou morta. Ouço um grito, e outro, e outro, e outro. Não sei quem é, mas está a tentar ajudar-me.

Acordei. Foi só um sonho, mas trouxe-te comigo.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

uma vontade de rir ,,,


Eu tento pensar que não passam de pedaços de memórias. Eu tento fingir que é apenas orvalho que cai na minha cara quando eu choro. Eu engano o coração com estes pequenos sonhos que invadem o meu pensamento. Mas, és tu que permaneces! Em mim, nos meus passos e nos meus sonhos. Já não chega somente o teu olhar, e eu acho que estou prestes a morrer ... Mas eu já estou morta, neste passado que não me larga e que teima em ficar bem presente. Sinto-me confusa, triste e há uma frustração na minha vida. A frustração de não conseguir amar mais ninguém para além de ti, de não ser autónoma deste amor que não tem sentido nem mar por onde arder. Construis-te este sentimento também, porque não foste capaz de o segurar? Porque é que deixas-te todo este peso comigo? Porque é que foste, assim só por ir e sem vontade de voltar?

domingo, 25 de janeiro de 2009

:$






"As vezes apetece-me dizer-te assim baixinho que te amo. Mesmo quando não ouves, ou não estás comigo, repito-o para mim como se de uma oração se tratasse."
Antes de ti, a minha vida era como uma noite sem lua, muito escura, onde só havia estrelas, raios de luz sem razão. Mas tu rasgas-te o meu céu, fizeste-me ver para além de todo o escuro que amargava a minha vida. Agora não me faças ver para além de ti, não ia fazer sentido.
No silêncio da minha voz, agora que estás perto de mim posso dizer-te que te amo. Não baixinho, nem ao teu ouvido, mas vou gritar a todos os céus que te amo. E há de vir aquele que me vai calar, e mesmo que o consiga, tu vais sentir sempre o meu amor, e eu o teu ♥

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

eu não quero (ponto final)


Continuo a pensar, no que deixei perdido e hoje tento apagar da memória. Por vezes mostro indiferença, para não revelar o quanto me magoa. Tento dizer que estou habituada, para não mostrar a falta que faz. Talvez esta ausência não marque como dantes, mas continua a marcar, e isso... doi.
Doi porque algo que é despertado, jamais se apaga. Uma vida que corre por entre caminhos sem traço, não pode nunca ser vivida por completo. Por isso pergunto, estou eu numa dimensão àquem desta suposta, vida, que teima em não me deixar vive-la? Torna-se confuso pensar assim... O primeiro passo é sorrir, eu sei. Mas e onde vou buscar eu esse sorriso, se todos parecem ter-se esgotados?
Desculpa... Com a maior sinceridade, desculpa. Desculpa por isto, e por aquilo também. Desculpa por ter este feitio de merda, que complica mais e mais. Desculpa, coração, por te fazer sofrer e por te acorrentar desta forma. O tempo fortaleceu-nos mutuamente, mas tu continuas aberto e eu quero que isso acabe. Por mim e por ti, fecha-te. Fecha-te e apaga-te, porque eu estou farta de ter acesos amores e magoas passadas. Estou farta de não conseguir sorrir sem pensar que devia estar enfiada no sofá a comer chocolate e a ver um filme qualquer da "reca teca".
É isto que eu sinto, meu amor. Sim meu amor, tu que me acompanhas todos os dias, e voltas para mim todas as noites quando adormeço. Está na hora de crescer, e o mundo continua à espera do meu sorriso.